O blog foi criado para defender situações e evidenciar fatos do cotidiano que tenham relação com os assuntos abordados em aula durante o curso, fazendo com que possamos refletir. Mais que sanitaristas, somos cidadãos, humanos. E é com essa visão que devemos enxergar o mundo, para que não venhamos a ser mais um e sim cada um, lutando cada vez mais pelos direitos e igualdades da população.
domingo, 29 de dezembro de 2013
quarta-feira, 4 de dezembro de 2013
O aluno especial
Hora,
como julgar que lugar ou classe o menor deve ser posto, só por achar que ele é diferente dos demais?
Todos somos diferentes e é das nossas diversidades, e pelo conflito delas que produzimos grandes feitos. Vemos aqui uma situação de reclusa e discriminação, porque um dos meninos se porta diferente dos outros e não possui as mesmas características, mas temos que saber ministrar e coordenar essas diferenças, pois a própria professora, ao escrever esta carta esta ajudando para que seus alunos tenham um pensamento discriminatório no futuro.
como julgar que lugar ou classe o menor deve ser posto, só por achar que ele é diferente dos demais?
Todos somos diferentes e é das nossas diversidades, e pelo conflito delas que produzimos grandes feitos. Vemos aqui uma situação de reclusa e discriminação, porque um dos meninos se porta diferente dos outros e não possui as mesmas características, mas temos que saber ministrar e coordenar essas diferenças, pois a própria professora, ao escrever esta carta esta ajudando para que seus alunos tenham um pensamento discriminatório no futuro.
Normal???
Mas afinal, de que normalidade estamos falando?
esta figura parece representar um médico num campo de concentração. Parece defender seus interesses e que está disposto alutar por seus ideais que até, julgo normal.
Evidencias que hipoteticamente remetem a figura de um médico seria pelo jaleco, e o estetoscópio para fora.
sexta-feira, 18 de outubro de 2013
Ética - Filosofia
Um grupo de crianças brinca próximo a duas vias férreas.
Uma das vias ainda está em uso e a outra está desativada.
Apenas uma criança brinca na via desativada, enquanto que as outras, na via em operação.
O trem está vindo e você está exatamente sobre aquele aparelho que pode mudar o trem de uma linha para outra.
Você pode fazer o trem mudar seu curso para a pista desativada e salvar a vida da maioria das crianças. Entretanto, isto significa que a solitária criança que brinca na via desativada será sacrificada.
Você deixaria o trem seguir seu caminho? O que você faria?
Discuta e anote a decisão e por quê?
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
RESPOSTA:
A maioria das pessoas escolherá desviar o trem e sacrificar só uma criança.
Você pode ter pensado da mesma forma, eu acho.
Exatamente, salvar a vida da maioria das crianças à custa de uma só criança é a decisão mais racional que a maioria das pessoas tomariam, moralmente e emotivamente.
Mas, você pensou que a criança que escolheu brincar na via desativada foi a única que tomou a decisão correta de brincar num lugar seguro?
Não obstante, ela tem que ser sacrificada por causa de seus amigos ignorantes que escolheram brincar onde estava o perigo.
Este tipo de dilema acontece ao nosso redor todos os dias. No escritório, na comunidade, na política...
E especialmente numa sociedade democrática, a minoria freqüentemente é sacrificada pelo interesse da maioria, não importa quão tola ou ignorante a maioria seja e nem a visão de futuro e o conhecimento da minoria.
Além do mais, se a via férrea tinha sido desativada, provavelmente não era segura.
Se você desviou o trem para a outra via, colocou em risco a vida de todos os passageiros.
E, em sua tentativa de salvar algumas crianças sacrificando apenas uma, você pode acabar sacrificando centenas de pessoas.
Se estamos com nossas vidas cheias de fortes decisões que precisam ser tomadas, nós não podemos esquecer que decisões apressadas nem sempre levam ao lugar certo.
Lembre-se de que o que é correto nem sempre é popular... e o que é popular nem sempre é correto. E que todo o mundo comete erros; foi por isso que inventaram a borracha e o apagador.
"De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto".
(Rui Barbosa)
Uma das vias ainda está em uso e a outra está desativada.
Apenas uma criança brinca na via desativada, enquanto que as outras, na via em operação.
O trem está vindo e você está exatamente sobre aquele aparelho que pode mudar o trem de uma linha para outra.
Você pode fazer o trem mudar seu curso para a pista desativada e salvar a vida da maioria das crianças. Entretanto, isto significa que a solitária criança que brinca na via desativada será sacrificada.
Você deixaria o trem seguir seu caminho? O que você faria?
Discuta e anote a decisão e por quê?
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
RESPOSTA:
A maioria das pessoas escolherá desviar o trem e sacrificar só uma criança.
Você pode ter pensado da mesma forma, eu acho.
Exatamente, salvar a vida da maioria das crianças à custa de uma só criança é a decisão mais racional que a maioria das pessoas tomariam, moralmente e emotivamente.
Mas, você pensou que a criança que escolheu brincar na via desativada foi a única que tomou a decisão correta de brincar num lugar seguro?
Não obstante, ela tem que ser sacrificada por causa de seus amigos ignorantes que escolheram brincar onde estava o perigo.
Este tipo de dilema acontece ao nosso redor todos os dias. No escritório, na comunidade, na política...
E especialmente numa sociedade democrática, a minoria freqüentemente é sacrificada pelo interesse da maioria, não importa quão tola ou ignorante a maioria seja e nem a visão de futuro e o conhecimento da minoria.
Além do mais, se a via férrea tinha sido desativada, provavelmente não era segura.
Se você desviou o trem para a outra via, colocou em risco a vida de todos os passageiros.
E, em sua tentativa de salvar algumas crianças sacrificando apenas uma, você pode acabar sacrificando centenas de pessoas.
Se estamos com nossas vidas cheias de fortes decisões que precisam ser tomadas, nós não podemos esquecer que decisões apressadas nem sempre levam ao lugar certo.
Lembre-se de que o que é correto nem sempre é popular... e o que é popular nem sempre é correto. E que todo o mundo comete erros; foi por isso que inventaram a borracha e o apagador.
"De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto".
(Rui Barbosa)
quinta-feira, 10 de outubro de 2013
domingo, 22 de setembro de 2013
Doença mental - Reforma psiquiátrica
sexta-feira, 20 de setembro de 2013
Assinar:
Comentários (Atom)








